Teste de Matematica Maluco
Três loucos vão fazer o exame mensal para ver se já podem receber alta.
O médico pergunta ao primeiro deles:
- Quanto é dois mais dois?
- 72 - responde ele.
O doutor balança a cabeça como quem diz "Esse não tem mais jeito" e virando-se para o segundo, repete a pergunta:
- Quanto é dois mais dois?
- Terça-feira - responde o segundo.
Desanimado, o médico vira-se para o terceiro louco:
- Quanto é dois mais dois?
- É quatro, doutor! - responde ele, com firmeza.
- Parabéns, você acertou! Como você chegou a essa conclusão?
- Foi fácil! Me baseei nas respostas dos meus amigos: 72 menos terça-feira dá 4!
MARIA CECILIA
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Um biólogo, um matemático e um teólogo estão parados entre dois pontos de ônibus. Vem um ônibus e na primeira parada sobem 10 pessoas. 100 metros para frente, na segunda parada, 11 pessoas descem do ônibus.
O teólogo: Um milagre!! Um milagre!
O biólogo: Que nada, eles se reproduziram!
O matemático, após pensar alguns segundos: Se mais alguém entrar no ônibus ele fica vazio de novo!
maria cecilia
O teólogo: Um milagre!! Um milagre!
O biólogo: Que nada, eles se reproduziram!
O matemático, após pensar alguns segundos: Se mais alguém entrar no ônibus ele fica vazio de novo!
maria cecilia
A loira entra na farmácia segurando um bebê e pergunta a o balconista se pode usar a balança de bebê, de graça.
- Lamento minha senhora, nossa balança que pesa bebês está no conserto. Mas, podemos calcular o peso do bebê, se pesarmos a mãe e o bebê juntos, na balança de adulto Em seguida, pesamos a mãe sozinha, e subtraímos o segundo valor do primeiro!
- Ah! Isso não vai Dar certo – diz a loura.
- Por que não?
- Porque eu não sou a mãe, sou a tia!
MARIA CECILIA
- Lamento minha senhora, nossa balança que pesa bebês está no conserto. Mas, podemos calcular o peso do bebê, se pesarmos a mãe e o bebê juntos, na balança de adulto Em seguida, pesamos a mãe sozinha, e subtraímos o segundo valor do primeiro!
- Ah! Isso não vai Dar certo – diz a loura.
- Por que não?
- Porque eu não sou a mãe, sou a tia!
MARIA CECILIA
Lógica Matemática
Deus é amor.
O amor é cego.
Steve Wonder é cego.
Logo, Steve Wonder é Deus.
Nada é melhor que a felicidade eterna.
Um tomate já é melhor do que nada.
Logo, um tomate é melhor que a felicidade eterna.
Tudo o que é raro é caro.
É rara uma coisa boa e barata.
Logo, o que é bom e barato é caro!
Imagine um pedaço de queijo suíço,
daqueles bem cheios de buracos.
Quanto mais queijo, mais buracos.
Cada buraco ocupa o lugar em que haveria queijo.
Assim, quanto mais buracos, menos queijo.
Quanto mais queijos mais buracos,
e quanto mais buracos, menos queijo.
Logo, quanto mais queijo, menos queijo!
Toda regra tem exceção.
Isto é uma regra.
Logo, deveria ter exceção.
Portanto, nem toda regra tem exceção.
Disseram-me que eu sou ninguém.
Ninguém é perfeito.
Logo, eu sou perfeito.
Mas só Deus é perfeito.
Portanto, eu sou Deus.
Se Steve Wonder é Deus,
então eu sou Steve Wonde
Maria cecilia
Deus é amor.
O amor é cego.
Steve Wonder é cego.
Logo, Steve Wonder é Deus.
Nada é melhor que a felicidade eterna.
Um tomate já é melhor do que nada.
Logo, um tomate é melhor que a felicidade eterna.
Tudo o que é raro é caro.
É rara uma coisa boa e barata.
Logo, o que é bom e barato é caro!
Imagine um pedaço de queijo suíço,
daqueles bem cheios de buracos.
Quanto mais queijo, mais buracos.
Cada buraco ocupa o lugar em que haveria queijo.
Assim, quanto mais buracos, menos queijo.
Quanto mais queijos mais buracos,
e quanto mais buracos, menos queijo.
Logo, quanto mais queijo, menos queijo!
Toda regra tem exceção.
Isto é uma regra.
Logo, deveria ter exceção.
Portanto, nem toda regra tem exceção.
Disseram-me que eu sou ninguém.
Ninguém é perfeito.
Logo, eu sou perfeito.
Mas só Deus é perfeito.
Portanto, eu sou Deus.
Se Steve Wonder é Deus,
então eu sou Steve Wonde
Maria cecilia
Nem Pitágoras explica. Faça só com calculadora....
Blog de ambienteematematica :Friends da MatemÁtica, Nem Pitágoras explica. Faça só com calculadora....
Pegue uma calculadora porque de cabeça não da!
1 - Digite os 4 primeiros números do seu telefone fixo;
- De celular não funciona
2 - Multiplique por 80;
3 - Some + 1;
4 - Multiplique por 250;
5 - Some com os 4 últimos números do mesmo telefone;
6 - Some com os 4 últimos números do mesmo telefone, de novo;
7 - Diminua de 250;
8 - Divida por 2.
Surpreso com o resultado???????
M.CECILIA E QEIDIMA
Blog de ambienteematematica :Friends da MatemÁtica, Nem Pitágoras explica. Faça só com calculadora....
Pegue uma calculadora porque de cabeça não da!
1 - Digite os 4 primeiros números do seu telefone fixo;
- De celular não funciona
2 - Multiplique por 80;
3 - Some + 1;
4 - Multiplique por 250;
5 - Some com os 4 últimos números do mesmo telefone;
6 - Some com os 4 últimos números do mesmo telefone, de novo;
7 - Diminua de 250;
8 - Divida por 2.
Surpreso com o resultado???????
M.CECILIA E QEIDIMA
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Piada de Matemática
Tragédia Matemática
Num certo livro de Matemática, um quociente apaixonou-se por uma incógnita.
Ele, o quociente, produto de notável família de importantíssimos polinômios.
Ela, uma simples incógnita, de mesquinha equação literal. Oh! Que tremenda desigualdade. Mas como todos sabem, o amor não tem limites e vai do mais infinito ao menos infinito.
Apaixonado, o quociente a olhou do vértice à base, sob todos os ângulos, agudos e obtusos. Era linda, uma figura ímpar e punha-se em evidência: olhar rombóide, boca trapezóide, seios esféricos num corpo cilíndrico de linhas senoidais.
- Quem és tu? Perguntou o quociente com olhar radical.
- Eu sou a raiz quadrada da soma do quadrado dos catetos, mas pode me chamar de Hipotenusa. Respondeu ela com expressão algébrica de quem ama.
Ele fez de sua vida uma paralela à dela, até que se encontraram no infinito. E se amaram ao quadrado da velocidade da luz, traçando ao sabor do momento e da paixão, retas e curvas nos jardins da quarta dimensão. Ele a amava e a recíproca era verdadeira. Se adoravam nas mesmas razões e proporções no intervalo aberto da vida.
Três quadrantes depois, resolveram se casar. Traçaram planos para o futuro e todos desejaram felicidade integral. Os padrinhos foram o vetor e a bissetriz.
Tudo estava nos eixos. O amor crescia em progressão geométrica. Quando ela estava em suas coordenadas positivas, tiveram um par: o menino, em honra ao padrinho, chamaram de Versor; a menina, uma linda Abscissa. Ela sofreu duas operações.
Eram felizes até que, um dia, tudo se tornou uma constante. Foi aí que surgiu um outro. Sim, um outro. O máximo divisor comum, um freqüentador de círculos viciosos. O mínimo que o máximo ofereceu foi uma grandeza absoluta.
Ela sentiu-se imprópria, mas amava o Máximo. Sabedor desta regra de três, o quociente chamou-a de fração ordinária. Sentiu-se um denominador comum, resolveu aplicar a solução trivial: um ponto de descontinuidade na vida deles.
Quando os dois amantes estavam em colóquio amoroso, ele em termos menores e ela de combinação linear, chegou o quociente e num giro determinante, disparou o seu 45.
Ela foi transformada numa simples dízima periódica e foi para o espaço imaginário e ele foi parar num intervalo fechado, onde a luz solar se via através de pequenas malhas quadráticas.
QEIDIMA 2`A`
Tragédia Matemática
Num certo livro de Matemática, um quociente apaixonou-se por uma incógnita.
Ele, o quociente, produto de notável família de importantíssimos polinômios.
Ela, uma simples incógnita, de mesquinha equação literal. Oh! Que tremenda desigualdade. Mas como todos sabem, o amor não tem limites e vai do mais infinito ao menos infinito.
Apaixonado, o quociente a olhou do vértice à base, sob todos os ângulos, agudos e obtusos. Era linda, uma figura ímpar e punha-se em evidência: olhar rombóide, boca trapezóide, seios esféricos num corpo cilíndrico de linhas senoidais.
- Quem és tu? Perguntou o quociente com olhar radical.
- Eu sou a raiz quadrada da soma do quadrado dos catetos, mas pode me chamar de Hipotenusa. Respondeu ela com expressão algébrica de quem ama.
Ele fez de sua vida uma paralela à dela, até que se encontraram no infinito. E se amaram ao quadrado da velocidade da luz, traçando ao sabor do momento e da paixão, retas e curvas nos jardins da quarta dimensão. Ele a amava e a recíproca era verdadeira. Se adoravam nas mesmas razões e proporções no intervalo aberto da vida.
Três quadrantes depois, resolveram se casar. Traçaram planos para o futuro e todos desejaram felicidade integral. Os padrinhos foram o vetor e a bissetriz.
Tudo estava nos eixos. O amor crescia em progressão geométrica. Quando ela estava em suas coordenadas positivas, tiveram um par: o menino, em honra ao padrinho, chamaram de Versor; a menina, uma linda Abscissa. Ela sofreu duas operações.
Eram felizes até que, um dia, tudo se tornou uma constante. Foi aí que surgiu um outro. Sim, um outro. O máximo divisor comum, um freqüentador de círculos viciosos. O mínimo que o máximo ofereceu foi uma grandeza absoluta.
Ela sentiu-se imprópria, mas amava o Máximo. Sabedor desta regra de três, o quociente chamou-a de fração ordinária. Sentiu-se um denominador comum, resolveu aplicar a solução trivial: um ponto de descontinuidade na vida deles.
Quando os dois amantes estavam em colóquio amoroso, ele em termos menores e ela de combinação linear, chegou o quociente e num giro determinante, disparou o seu 45.
Ela foi transformada numa simples dízima periódica e foi para o espaço imaginário e ele foi parar num intervalo fechado, onde a luz solar se via através de pequenas malhas quadráticas.
QEIDIMA 2`A`
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Cheguei ao quadro e peguei no giz
Do nosso amor fiz uma equação.
Andei depois às voltas com o X,
Do teu desconhecida oração.
Desejava somente conhecer
O valor da incógnita querida,
P’ra que então pudesse resolver
O problema maior da minha vida.
Da fórmula geral do nosso afecto,
Comecei a fazer deduções…
E – podes crer – meu fito predilecto,
Era igualar as nossas afeições.
Queria reduzir à unidade
As nossas almas, porque os meus intentos,
Eram apenas pôr em igualdade
As expressões dos nossos sentimentos.
Mas, ao chegar às deduções finais,
Eu pude ver então, nesse comenos
Que o meu afecto tinha o sinal +
E o teu, formosa ingrata, o sinal -.
Júlio Dias Nogueira (1939)
POSTAGEM DE QEIDIMA
2'A'
Cheguei ao quadro e peguei no giz
Do nosso amor fiz uma equação.
Andei depois às voltas com o X,
Do teu desconhecida oração.
Desejava somente conhecer
O valor da incógnita querida,
P’ra que então pudesse resolver
O problema maior da minha vida.
Da fórmula geral do nosso afecto,
Comecei a fazer deduções…
E – podes crer – meu fito predilecto,
Era igualar as nossas afeições.
Queria reduzir à unidade
As nossas almas, porque os meus intentos,
Eram apenas pôr em igualdade
As expressões dos nossos sentimentos.
Mas, ao chegar às deduções finais,
Eu pude ver então, nesse comenos
Que o meu afecto tinha o sinal +
E o teu, formosa ingrata, o sinal -.
Júlio Dias Nogueira (1939)
POSTAGEM DE QEIDIMA
2'A'
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Uma equação é fogo para se resolver
é igualdade difícil e de grande porte
é necessário saber todas as regras
e ter até uma boa dose de sorte.
A primeira coisa a ter em conta
quando se olha uma equação
é ver se tem parênteses,
é que umas têm outras não.
Se tiver, é por ai que tudo deve começar.
Sinal “+” antes: fica tudo igual.
Mas tudo o que vem a seguir se deve trocar
se antes do parênteses o “-” for o sinal.
A seguir…alerta com os denominadores!
Todos têm que ter o mesmo para se poder avançar.
Os sinais negativos antes de fracções
são degraus onde podem tropeçar.
É preciso não esquecer nenhum sinal
e estar atento ao coeficiente maroto
e se um termo não interessa de um lado
muda-se o sinal e passa-se para o outro.
Quando a incógnita estiver sozinha
podemos então dar a tarefa por finda. E então,
sem nunca esquecer o que foi feito,
escreve-se o conjunto solução.
QEIDIMA
Cansado de sentir os solavancos da vida
Juliano, homem de porte romano, comprou uma calculadora.
Gastou um pouco do economizado numa máquina belga
que fazia todas as contas que Juliano não precisava fazer.
Calculou todos os gastos,
as incertezas,
as dúvidas,
as incoerências,
os prejuízos,
e os desencontros.
Em contrapartida, Juliano somou as alegrias,
as chegadas,
os festivais,
sorvete de Flocos,
gemidos de gozo
e lágrimas de êxtase.
Juliano era mesmo sabido com sua calculadora belga.
Na prova dos nove, encontrou resultado de dígito negativo;
Juliano era mesmo sabido
e a matemática recomendou
que ele desse cabo na própria vida.
Com seu porte romano, Juliano esqueceu da fortuna belga
e aquietou-se nos apoios da janela.
A matemática e a poesia, pensou,
e num súbito impulso saltou para dentro de um livro
virando personagem de ficção.
Esperto, Juliano transformou a sua dor em best-seller
e a calculadora belga em artigo de coleccionador.
Maria Cecília
A vida de RICHTER
CHARLES ESTUDOU SISMOLOGIA SE TORNOU UM GRANDE FISICO AJUDOU A SABEDORIA ÉÉÉ,PARA NOS E UM GRANDE ORGULHO TER CHARLES COMO FISICO AJUDANDO NO FUTURO.
MEUS COLEGAS PRESTEM MUITA ATENCAO CHARLES RICHTER TEVE GRANDE EDUCACAO,AQUI NA TERRA ATE HOJE E LEMBRADO NAS NOSSAS MEMORIAS SEU NOME FICOU GRAVADO.
A ESCALA DELE E ABSOLUTA COM BASE NA AMPLITUDE DEFINIU MAGNITUDE,VEIO AO MUNDO EM 1900 DEIXANDO SAUDADES APARTIR DE 85,ELE FICOU FAMOSO AO CRIAR COM GUTEMBERG UMA ESCALA FAMOSA PELO NOME QUE POR ELE FOI DADA.
CHARLES ESTUDOU SISMOLOGIA SE TORNOU UM GRANDE AJUDOU A SABEDORIA!!!!!
MARIA CECILIA,NATALIO,QEIDIMA,FLAVIA.
MEUS COLEGAS PRESTEM MUITA ATENCAO CHARLES RICHTER TEVE GRANDE EDUCACAO,AQUI NA TERRA ATE HOJE E LEMBRADO NAS NOSSAS MEMORIAS SEU NOME FICOU GRAVADO.
A ESCALA DELE E ABSOLUTA COM BASE NA AMPLITUDE DEFINIU MAGNITUDE,VEIO AO MUNDO EM 1900 DEIXANDO SAUDADES APARTIR DE 85,ELE FICOU FAMOSO AO CRIAR COM GUTEMBERG UMA ESCALA FAMOSA PELO NOME QUE POR ELE FOI DADA.
CHARLES ESTUDOU SISMOLOGIA SE TORNOU UM GRANDE AJUDOU A SABEDORIA!!!!!
MARIA CECILIA,NATALIO,QEIDIMA,FLAVIA.
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